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 Ronaldo Brasiliense
nasceu
dia 13 de dezembro de 1958 em Belém do Pará, filho de Luiz
Albuquerque Queiroz Brasiliense e Raimunda Nilce Farias
Brasiliense. É jornalista há 32 anos. Começou a trabalhar na
imprensa em agosto de 1976, como repórter esportivo, no jornal O
Liberal, de Belém.
Trabalhou também em
Estado do Pará, A Província do Pará e em O Paraense, todos de
Belém. Na imprensa nacional, foi chefe da sucursal da Revista
Veja na Amazônia, subeditor da Veja em Brasília, repórter
especial e colunista do Informe JB, do Jornal do Brasil, no Rio
de Janeiro; editor especial de O Estado de São Paulo, de São
Paulo, repórter especial da ISTOÉ em Brasília, colunista
político do Correio Braziliense, editor da coluna Brasília-DF, e
correspondente na Amazônia do jornal O Globo, do Rio. Atualmente
escreve a coluna política Por Dentro, em O Liberal.
Como jornalista, ganhou mais de
vinte prêmios nacionais, inclusive o Prêmio Esso – o mais
importante da imprensa brasileira -, em duas ocasiões com as
matérias "Bancos dão calote de R$ 10 bilhões", publicada na
revista ISTOÉ, em 1998, e "A Impunidade dos senhores de
escravos", publicada no jornal O Paraense, em 2003. Venceu duas
vezes o prêmio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB),
além de outros importantes, como o Abril, Embratel, Aimex, OK e
outros.
O texto abaixo foi extraído do site do jornal "O
Paraense"
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PRÊMIO
ESSO É DE O PARAENSE
O jornal O Paraense foi o
grande vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2003, Regional Norte, com a série
de reportagens “A impunidade dos senhores de escravos”, de autoria do jornalista
Ronaldo Brasiliense, editor-responsável do jornal e do site amazonpress.com.br.
Entre as três matérias finalistas do Prêmio Esso, O Paraense classificou duas:
além da série sobre trabalho escravo, também foi finalista a série “Vergonha!
Crianças sobrevivem em lixões”, também de Ronaldo Brasiliense, que concorre ao
Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. Em dois anos de funcionamento, o
jornal O Paraense, semanal, concorrendo em Belém do Pará contra dois jornais
diários – O Liberal e Diário do Pará – conseguiu classificar três matérias como
finalistas do Prêmio Esso, o mais importante da imprensa brasileira. Antes, em
2002, o Paraense foi finalista com a série de reportagens “Barões da floresta”,
contando a história de políticos que enriqueceram na Amazônia ocupando única e
exclusivamente cargos públicos.
Leia
as matérias vencedoras do Prêmio Esso de Jornalismo 2003.
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