PERSONALIDADES


Augusto Correa Pinto Filho
Eduardo Dias organizou esta biografia baseado no livro
"Depoimentos para a história política do Pará", de Carlos Roque

  Nasceu em Óbidos, Pará, a 26 de novembro de 1915. Fez seus estudos em Belém, tendo fundado, quando ainda cursava Humanidades no então Ginásio Paes de Carvalho, uma associação literária que congregou as mais representativas figuras da mocidade intelectual de seu tempo: o Cenáculo Estudantino de Letras. Aos 20 anos, ingressou, por unanimidade de votos, na Academia Paraense de Letras.
  Foi Oficial do Gabinete do Governador do Pará, na Interventoria José Malcher, de 1938 a 1943; e Secretário Geral do Estado, na Interventoria Miguel Pernambuco Filho (1943). E, também, Secretário da Presidência do Banco do Estado da Borracha, de 1943 a 1945.
   Poeta, ensaísta, cronista, jornalista e tribuno, esteve no Rio de Janeiro em 1941, como representante da Academia Paraense, no 3º Congresso das Academias de Letras do Brasil e na recepção à Embaixada Especial Portuguesa, presidida por Júlio Dantas.

    Por ocasião da visita do Presidente de Portugal, craveiro Lopes, ao Brasil, saudou o estadista lusitano, em nome da Associação Brasileira do Livro, em cerimônia realizada no Liceu Literário Português, a 11 de junho de 1957.
   Foi diretor e redator chefe da revista SELEÇÕES DEMOCRÁTICAS, letras, Artes P, no Rio de Janeiro, de 1957 a 1964.
Obras publicadas: EXALTAÇÃO A PORTUGAL (1940), FASCINAÇÃO (POEMAS)(1943), SONETOS (1946), ORAÇÃO DA HUMANIDADE(1951), DUAS CARTAS EM TORNO DE UMA IDÉIA (Carta de Carlos Lacerda – Réplica de Corrêa Pinto)(1951), ELOGIO DO TALENTO E DA BRAVURA (Perfil de Paulo Maranhão)(1956), MACHADO DE ASSIS – Ensaio comemorativo do cinqüentenário de morte do escritor (1958), FIM (Análise de um mundo que morre)(1961) BELÉM – IMAGENS E EVOCAÇÕES(1968). Durante 25 anos Corrêa Pinto fixou residência no Rio de Janeiro, onde faleceu em 1978.

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