| Artigos de Paulo Pereira 07/06/2006 |
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Fui de Táxi
Paulo
Pereira Dia desses, eu peguei um táxi na saída do banco com destino a minha casa. No trajeto, cerca de 2 quilômetros, percebi atitudes do motorista que me deixaram bastante surpreso. Ao entrar no veículo, “zerado” e equipado com ar condicionado, ele me cumprimentou antes de perguntar para onde eu queria ir. Com isso, aquele profissional quis dizer: “obrigado por escolher o meu carro, entre tantos que estavam no “ponto””. Muitas vezes, nós temos dúvidas sobre QUEM É O NOSSO CLIENTE. O NOSSO CLIENTE É AQUELE QUE, DENTRE AS EMPRESAS DO MERCADO, ESCOLHEU A NOSSA PARA REALIZAR O SEU NEGÓCIO. O fato de o veículo ser novo, caracteriza a preocupação do proprietário em proporcionar o melhor serviço ao seu cliente. Percebi, também, que o motorista estava bem trajado (calça social, camisa colocada para dentro da calça e sapatos engraxados, além da barba feita e do cabelo cortado) e tinha um sorriso próprio de quem deseja cativar as pessoas. Simpatia é um fator importantíssimo para quem lida com o público, além de uma boa apresentação pessoal. No caminho, o celular tocou e ele atendeu. Disse “Fulano de Tal táxi, bom dia! Em que posso servi-lo?”, com a maior alegria, em vez do tradicional “alô”. Identificação correta e motivação: fatores preponderantes para quem lida com PESSOAS. A pessoa que ligou gostaria de ser apanhada em algum ponto da cidade. O motorista explicou que estava com um cliente, mas em 10 minutos estaria no local combinado. Fiquei surpreso ao ser chamado de “cliente” e não de “passageiro”, como a maioria dos profissionais do volante se refere. RESPEITO COM QUEM ESCOLHE A SUA EMPRESA OU O SEU SERVIÇO É UM DIFERENCIAL DE ATUAÇÃO, QUE PODE DEFINIR O SUCESSO OU O FRACASSO DA NEGOCIAÇÃO. Ao chegar ao prédio onde moro, ele me deu o troco e o seu cartão, oferecendo-se para fazer outros trabalhos, assim que eu o desejasse. EXCELENTE ATENDIMENTO: essas foram as palavras que vieram à minha cabeça, do princípio ao fim daquela “corrida”. O fato, que pode ser aplicado a qualquer segmento de mercado, me faz acreditar ainda mais que não importa o tamanho do nosso negócio. O importante é como o vemos e como fazemos com que ele funcione. |
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