Crônica  de  Hugo Antônio Ferrari                                                                               07/11/2005

 

IDAS E VINDAS: O LIVRO DE UBIRATAN DE AGUIAR
Hugo Antônio Ferrari

Ainda não tive o prazer em conhecer pessoalmente o advogado e jornalista Ubiratan de Aguiar, e mesmo assim, fui convidado pelo mesmo para o recente lançamento do seu livro - “Idas e Vindas -”, ocorrido na sede da Assembléia Paraense, (não me sendo possível comparecer), e posteriormente agraciado com um exemplar autografado. Ao lê-lo, pude perceber não somente o seu grande amor pelo Pará quando defende o nosso Estado, como também a justiça que fez - e vai continuar a fazê-la - de pessoas que,  de uma forma ou de  outra,  ajudaram e continuarão ajudando o nosso desenvolvimento. Poucos, gostam de reconhecer os talentos e as virtudes dos outros! O egoísmo, a inveja - sentimentos perversos -, impede a prática  desse gesto tão bonito e nobre. O Dr. Ubiratan faz isso com o maior satisfação, e sem qualquer outro interesse, a não ser o de enaltecer as boas ações das pessoas, enquadradas nos vários segmentos da sociedade.

O Jornal “O Liberal” é testemunha ocular desse trabalho, que publica os seus artigos, cujo vínculo com a hoje Organizações Rômulo Maiorana, demanda desde os tempos do seu fundador - do qual era amigo pessoal -,  o saudoso jornalista Rômulo Maiorana que revolucionou os meios de comunicação no Pará, transformando-os em    ardorosos defensores dos interesses maiores do povo paraense.

Com o livro, “Idas e Vindas”, o jornalista Ubiratan de Aguiar presenteia o grande público leitor, mostrando o quanto é importante mostrar exemplos de ética, de dignidade, de decência, de profissionalismo - notadamente na área jornalística -, a fim de que todos possam perceber a importância da boa informação, desprovida de sensacionalismo e inverdades, e dela tirar grandes proveitos.

Um dos motivos que me levou a admirar mais ainda o jornalista Ubiratan de Aguiar,  foi conhecer melhor a sua trajetória de vida, bem como quando li o seu artigo “Sandálias da Humildade”, retratando o fim trágico de muitos prepotentes, presunçosos, orgulhosos, que desejam humilhar os seus semelhantes. Se todos, realmente, calcassem as “Sandálias da Humildade”, teríamos, com absoluta certeza, um mundo totalmente diferente do atual, onde o amor, o perdão, a  misericórdia, a fraternidade, poderia estar trazendo muito mais  felicidade para toda humanidade.

Parabéns, Dr. Ubiratan, e continue firme e forte na sua nobre missão que a arte de escrever lhe confiou, e que o senhor o faz com reconhecida competência, espírito público,  e muita responsabilidade!

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